Handmade – fazer manual!

Olá! Bom dia!!

Hoje nosso post é sobre a volta às origens do fazer manual!

Crochê

Se você já tem uma “certa” idade, muito provavelmente teve roupinhas feitas pela mãe, pela avó ou pela tia quando era criança. Também teve um carrinho, um balanço ou algum brinquedo confeccionado no fundo do quintal pelo pai ou avó; onde também tinha uma horta, um pomar ou um galinheiro ou as três coisas.

Esta abaixo sou eu, no início dos anos 70, sentada no balanço feito no quintal de casa, com roupa feia pela mãe e a boneca de lã feita pela tia – só para ilustrar o que falamos.

Journaling

Bom, durante muito tempo as coisas foram assim, feitas manualmente em casa! Mas aí ocorreu a revolução industrial e o símbolo da modernidade era poder entrar em uma loja e comprar tudo o que precisávamos pronto: roupa, utensílios para casa, móveis, decoração, comida e tudo mais. Na sequência chegou a revolução tecnológica e hoje nem precisamos mais sair para comprar, basta uma conexão com a internet que a compra chega em casa! Quanta facilidade, quanta evolução… mas essa mudança toda não trouxe só alegria!

Conforme a reportagem da revista Casa & Jardim, pág. 41: “… a hiperconexão também abriu as portas para que houvesse certa massificação estética.” Ou seja, todo mundo poderia ter tudo igual! “Tivemos um boom do industrial. Hoje estamos vivendo uma volta ao manual …” – revista Bons Fluidos, pág. 27. Voltamos a produzir manualmente pois estamos saturados com tanta produção em série, queremos algo único, “…cresce o desejo por um consumo autoral, a vontade de ter produtos ‘com alma’.” Casa & Jardim.

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(fonte foto: Link3)

Além disso o excesso de informação e a rapidez com que as notícias chegam tem nos deixado esgotados. Encontrar alguma coisa para fazer que desacelere nossa mente e nos proporcione momentos de relaxamento passou a ser fundamental. Então redescobrimos que voltar a produzir o que precisamos ou desejamos em casa, como no tempo de nossas avós, poderia ser uma boa solução!

Ainda conforme reportagem da revista Bons Fluidos, pág. 24: “Quem se dedica ao fazer manual vivencia momentos de absoluta descompressão, quietude e satisfação, enquanto quem o recebe ganha um bem único, carregado de boas energias.”

Podemos costurar, pintar, fazer crochê, tricô, cerâmica, cozinhar…

Podemos produzir para doar nosso tempo e nosso trabalho à uma entidade ou em benefício de outras pessoas…

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(para saber mais sobre a foto: Link)

Podemos produzir para colaborar com uma intervenção urbana, pensando na cidade e no coletivo…

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(para saber mais sobre a foto: Link)

Podemos produzir simplesmente para decorar nossa casa e usarmos…

Helô

(foto: acrílico sobre tela by Heloiza Silveira)

Podemos produzir para presentear alguém ou nos presentear, ou apena para desacelerar da correria do cotidiano!

LO duplo Dia das Mães

No meu caso, o fazer manual é o Scrapbook. Escolher os papéis, as cores, os enfeites, recortar, colar, sobrepor elementos e pensar no design faz de todo o processo um momento único, assim como o resultado do trabalho. E foi com ele que fiz um dos presentes do Dia das Mães deste ano!

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Já pintei, já fiz ponto cruz e ainda quero aprender a costurar, fazer crochê e tricô! E você, qual o seu fazer manual!?

Beijos e até o próximo post!

Decoração: Hall de entrada + suculentas!

Bom Dia!!

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Este mês as revistas Minha Casa (Ed. 84) e Casa e Jardim (Ed. 746) trouxeram 2 reportagens muito legais falando sobre o hall de entrada da nossa casa e sobre suculentas; coincidentemente tenho os dois juntos.

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Segundo a reportagem de Casa & Jardim, historicamente, o hall de entrada servia para regular o acesso de convidados aos cômodos mais privados da residência; “Era o lugar onde você recebia as pessoas sem deixar que entrassem na casa”, ” Era um lugar de transição ou de separação, hoje passou a ser incorporado à casa”.

Além disso, os elementos que compõem este espaço, são cheios de simbolismos, pois é o espaço que primeiro representam a casa, é o lugar da primeira impressão. “Os elementos que colocamos ali têm o poder de surpreender ou decepcionar quem chega”. Entretanto, acredito que antes de tudo, esse espaço tem que traduzir o espírito de seus moradores!

No Hall de entrada de casa, tenho um enfeite com o Divino na parede e um aparador com imagens de São Francisco, sobre o qual já falei em um outro post,  link aqui! Hoje quero falar sobre as suculentas, essas plantinhas fofas e muito lindas que não exigem muitos cuidados, apenas luz e água na medida certa!

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Não vou dar dicas de como cultivá-las, pois como não sou muito boa com plantas, não sou a pessoa mais indicada para isso! Quero falar sobre como elas podem ser utilizadas na decoração!

A revisa Minha Casa, trouxe várias sugestões de decoração utilizando as suculentas, misturando tipos diferentes em diferentes recipiente – as vezes juntos outras vezes separados; regadores, jarras, saboneteiras e até cascas de ovo podem ser usados, olha que lindos!

Hall de entrada, suculentas

Gostei especialmente da sugestão abaixo, utilizando um engradado de madeira com vários tipos de suculentas juntas…

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Elas podem ser utilizadas na decoração de mesas de centro ou de jantar, em banheiro, lavanderia ou hall de entrada; são lindas, versáteis e muito charmosas, não é mesmo!?

As minhas estão no Hall de entrada, perto da janela, onde recebem luz indireta; estão plantadas em uma caneca de cerâmica e em um baldinho de metal onde elas se adaptaram super bem!

Quem não tem muito jeito com plantas, como eu, elas são uma excelente opção de cultivo e decoração.

Beijos e até o próximo post!

Ir além!

Oi gente!

Hoje venho falar de uma página de scrapbook que fiz em março de 2012 para uma brincadeira entre as queridas amigas Angelica Cirne, Edna Stofmeel, Leticia Cunha e Renata Pacheco, com o tema Leitura: “Ir Além”!

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Mais detalhes desta postagem aqui!

Sempre gostei de ler, acho que aprendi a gostar ao ler alguns livros que eram obrigatórios na época da escola e também porque sempre vi minha avó materna lendo, achava que devia ser mesmo muito bom ler, afinal, para uma pessoa ficar tanto tempo sentada com um livro nas mãos, que ao terminar pegava outro e mais outro e mais outro, ler tinha que ser mágico!

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Me lembrei desta página enquanto lia a revista Bons Fluidos de Outubro/2016, Ed. 212, que trouxe esse tema como reportagem de capa. Uma das partes do texto diz assim:

“Ao longo da vida, quantos livros passam por nossas mãos sem jamais nos abandonar posteriormente? Podem fisicamente regressar para a estante, mas não se retiram do nosso imaginário e do nosso coração.”

“Quem lê uma boa história, daquelas que nos arrancam do chão batido, voa. Aporta em terras com idiomas, gente, sons, aromas e dramas próprios, mas que tantas vezes remetem aos nossos próprios anseios e desafios. Por isso, volta-se maior. Mais nutrido, mais sabido. Mais humano”.

Segundo a revista, um estudo da Universidade de Roma diz que: “… os leitores são mais felizes e encaram a vida de forma mais positiva que os não leitores”. Um outro estudo mostra que: “…quando lemos ficção regularmente nos tornamos mais aptos a compreender as pessoas e suas intenções; em outras palavras, ficamos mais empáticos.” Diz ainda que: “… esse conhecimento pode parecer teórico, mas não é. Ele de fato nos ajuda a lidar com outros seres humanos no plano concreto”. ” A complexidade encontrada no papel ilumina a complexidade da vida real”.

Uma outra parte do texto, citada pelo chefe do setor de neurologia da Unifesp, explica que: “Quando o indivíduo lê, ele forma novas conexões entre os neurônios. É por isso que a leitura regular tem grandes chances de adiar o aparecimento dos primeiros sinais da doença de Alzheimer em pessoas com essa predisposição”.

Resumindo, ler nos torna mais positivos, mais tolerantes com o outro, reduz o estresse, aumenta a longevidade, nos faz enxergar os problemas da vida sobre uma outra ótica, estimula a criatividade, além de nos ajuda a falar e escrever melhor.

“Os livros evocam memórias e sensações muito pessoais. Por isso, um mesmo enredo se apresenta de forma diferente aos olhos de cada um”.

Em um mundo com tantos estímulos rápidos e superficiais, nós não precisamos escolher entre uma coisa e outra, entre fazer esporte ou ler, ou entre navegar na internet e passear, podemos fazer de tudo um pouco! Escolha um tipo de leitura que você goste, com assuntos que te interessem e não leia só por ler, leia para descobrir este mundo fascinante que existe logo ali, ao alcance das suas mãos!

Durante a leitura da reportagem, me deu vontade de reler um clássico que havia lido na época da escola: “Olhai os lírios do campo”, de Érico Veríssimo e de conhecer o livro “O jogo da Amarelinha”, do argentino Julio Cortázar citado na reportagem.

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O último livro que li foi “Condessa de Barral – A paixão do imperador”, da maravilhosa historiadora, Mary Del Priori. O livro tem como pano de fundo a historia do Brasil e da França, na época do império, e a paixão secreta que existiu entre o imperador e a condessa – uma mulher forte, à frente do seu tempo.

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E como uma coisa puxa a outra, scrapbook – revistas – livros, me lembrei de uns marcadores de páginas que fiz para dar de presente, sempre muito úteis!

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Andando pelos blogs vi esses outros marcadores super fofos feito pela Lu Sielskis do blog Bendito Scrap:

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E me lembrei de outros modelos como esses da amiga Angélica Cirne do blog Design by Angel, olha que lindos:

https://patiscrap.files.wordpress.com/2017/03/4673c-_dsc0599.jpg?w=418&h=441

https://patiscrap.files.wordpress.com/2017/03/3e0bc-_dsc0271.jpg?w=437&h=657

E por hoje é isso!

Vamos ler mais e fazer nossos próprios marcadores!?

Beijos e até o próximo post!!

Scrapbook de Natal com Pantone 2017!

Olá!

Começando com os projetos de Scrapbook 2017 por aqui, venho mostrar algumas páginas que fiz neste inicio de ano, para registrar os momentos do final de 2016. Fiz basicamente 3 projetos com o tema Natal, usando diferentes paletas de cores.

No primeiro projeto, me inspirei na Cor do Ano da Pantone: Greenery.

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Para quem não sabe, a Pantone é a maior autoridade mundial de padrões de cores profissionais para a indústria da moda e do design e anualmente define uma cor principal. Para saber mais, veja: https://www.pantone.com/color-of-the-year-2017

Junto com a cor principal ela estabelece uma seleção de mais 9 cores complementares, que este ano formou esta maravilhosa combinação:

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E como a cor do ano de 2017 é a Greenery, escolhi mais 2 cores do combo acima e fiz a página Christmas Traditions! Usei uma foto do encontro anual da nossa turma de amigos, tirada em um pesqueiro junto à natureza, para fazer uma página de Natal com cores pouco comuns, com tons de verde e azul.

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Achei que ficou bem harmônica e combinou super bem com a Cor do Ano!

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A outra página de Natal que fiz, também usando cores pouco tradicionais para o tema, foi essa abaixo: Joy.

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Escolhi usar tons mais pastéis como o bege e o azul claro, para dar destaque à foto; o vermelho entrou apenas como cor complementar nos enfeites.

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Para finalizar o tema Natal, fiz esta outra página, desta vez com o vermelho como cor principal, mas deixando o verde de fora!

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Desta forma registrei os momentos com a família e amigos, celebrando mais um ano juntos!

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O mesmo tema, com 3 projetos diferentes!

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Espero que tenham gostado e te inspire a registrar o seu fim de ano!

Beijos e até o próximo assunto!

Lar Doce Lar!

Oi gente! Feliz 2017!!

Retomando as atividades por aqui, venho comemorar com vocês 9 anos de blog; exatamente hoje, dia 21 de janeiro!

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    Insira uma legenda

Criei o blog em 2008 para falar sobre Scrapbook, uma arte que estava começando a ser divulgada no Brasil e na qual eu estava começando a me aventurar!

Antes de 2015 o blog tinha esse outro endereço: http://patiscrap.blogspot.com.br/, e tanto ele como tantos outros foram muito utilizado até a chegada das redes sociais. De lá para cá a vida de quase todos os blogs deu uma boa esfriada, mas acho importante manter o espaço como registro dos nossos trabalhos, projetos, fotografias!

E como nossos blogs muitas vezes são como uma extensão da nossa casa, hoje compartilho o texto da antropóloga Mirian Goldenberg , que assina uma coluna na revista Casa e Jardim e que na edição de outubro/2016 publicou um texto bem bacana,  resumido logo abaixo!

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“Doce Lar”.

“Nossa casa é muito mais do que um lugar de moradia. Ela não é apenas um espaço físico, construido com cimento e tijolos. É um lugar que representa o amor, o cuidado e a proteção de nossos familiares e amigos mais queridos. Nela convivem as pessoas mais importantes de nossas vidas, nossas memórias mais valiosas, tudo aquilo que mais estimamos. Temos um lugar que nos pertence e ao qual, ao mesmo tempo, pertencemos, onde somos parte de um todo repleto de significados, emoções e histórias de vida.

Ao compreender o simbolismo do lugar onde moramos, podemos entender melhor o significado da palavra lar”.

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Então é isso!

Aproveite as férias, curta sua casa, arrume um tempo para fazer aquela limpeza anual, doar o que não está usando e renovar as energias deste lugar tão importante na nossa vida! E um feliz Novo Ano!

Beijos e até o próximo post!

Ah o Natal!!

Bem vindos ao nosso último post do ano da série “De Tudo um Pouco”!

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Somos 3 amigas de 3 diferentes regiões do país: Angelica Cirne – Nordeste, eu – Sudeste e Tania Martyns – Sul, com diferentes olhares sobre diversos temas, mas sempre com o mesmo foco: as coisas leves, lindas e legais da vida! De tempos em tempos teremos um mesmo tema com 3 perspectivas diferentes, acompanhe a nossa jornada e divirta-se conosco!

Para encerrar o ano vamos falar sobre o Natal!!!

Embora o fim do ano seja uma época corrida para quase todo mundo, é hora de começar a desacelerar, enfeitar a casa, arrumar um tempo para encontrar os amigos e a família, fazer amigo secreto, preparar comidinhas especiais e celebrar mais um ano de vida!

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Para mim, esta é a época de tirar a tradicional foto anual da família, nas diferentes versões: todos comportados…

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… e mais bagunçados!

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(Este ano faltou a minha avó na foto da família, pois justamente no dia do nosso amigo secreto, ela caiu em casa, bateu a cabeça e precisou ficar no hospital em observação por 24 horas – por isso não está conosco na foto! Mas ela está melhor e se recupera bem!)

Aqui na nossa família, é época de jogar baralho depois do almoço e dar muita risada com o bagunça do “mexe-mexe”…

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É também momento de encontrar os amigos, agradecer pelo ano compartilhado e desejar um feliz novo ano!

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Como não poderia deixar de ser, é época de formatura! Nosso pequeno Maurício teve sua 1a festa de formatura…

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Época de encontros, momentos, época de reunir fotos para novos álbuns, novos registros e projetos de Scrapbook!

E falando em projetos, posto abaixo algumas das últimas produções com o tema Natal!

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Uma guirlanda de flores dando as boas vindas ao Natal!

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Uma página para lembrar das memórias de infância das primas, em 1993!

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Uma página registrando o Fim de Ano da família em 2014!

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E com os amigos em 2015!

Vamos conferir o que as meninas têm a dizer sobre o tema?

Angélica Cirne – http://www.designbyangel.com.br/

Tania Martyns – http://bytaniamartyns.blogspot.com.br/

Agora é separar as fotos deste Fim de Ano para os novos projetos! Que venha um novo ano com muita saúde para todos, amor, harmonia, alegria e realizações! Feliz 2017 e ótimas Férias para quem vai conseguir descansar!!

Beijos e até o novo ano!

Dica de lembrancinha de Natal: Porta retrato em Scrapbook!

Olá!!

Natal chegando, festas…

Já preparou as lembrancinhas de fim de ano para os parentes, amigos e colaboradores? Não? Ainda dá tempo!

Como sugestão vou deixar as fotos de uma lembrancinha que fiz para o aniversário de 70 anos da minha mãe, que aconteceu em abril.

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Mamy’s queria alguma coisa útil, que desse para ser usada ou para decorar, então pensamos num porta retrato, para fotos 10×15 cms!

Usei como base o papel Panamá que é mais durinho e encorpado, fita adesiva dupla face, papel para scrapbook, furador, botões, flores, algumas fitinhas e o que mais eu tinha disponível. Nossa proposta era fazer um projeto diferente do outro, nada que fosse igualzinho – em série. E como entre os convidados tinha algumas crianças, fizemos a decoração de alguns com papéis mais infantis.

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Encapei o papel Panamá com papel de scrap decorado, depois recortei uma moldura para a foto – também com papel Panamá, encapei com o mesmo papel decorado da base e colei essa moldura com fita adesiva dupla face, deixando um dos lados aberto para poder colocar a fotografia. Para marcar por onde a foto entraria no porta retrato, amarrei uma fitinha na moldura, conforme imagem acima.

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Depois foi só decorar e usar uns suportes de prato com apoio, optei pelos transparentes para não interferir na decoração e distribuir aos convidados no final da festa! Achei que ficou bem bacana e todo mundo gostou!

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Teve papel de bolinha, de florzinha, de monstrinho… Alguns mais masculinos pois algumas amigas só tem homens em casa! E por dentro, no espaço da foto, deixamos uma pequena mensagem de agradecimento aos convidados!

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E para dar cara de presente, embalei cada um em papel celofane transparente e amarrei uma fitinha! Pronto, lembrancinhas feitas!

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Espero que tenham gostado desta dica e que inspire a produzir lindas lembrancinhas neste final de ano, afinal, nada mais gostoso do que dar e ganhar presentes feitos artesanalmente, não é mesmo!?

Beijos e até o próximo post!

Etiquetas lindas, o que fazer com elas?

Oi pessoas!

Fim de ano chegando, família reunida, ceia, comemoração, troca de presentes!

E aí você ganha algumas roupas lindas, que vieram com umas etiquetas tão lindas quanto e de tão lindas, você fica com dó de jogar fora! Olha para elas, abre o cesto de lixo, ameaça jogar, mas acaba voltando e guardando para uma hora usar de alguma forma, sabe-se lá como!?

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Se você for como eu, que guardou varias etiquetas fofas e não sabe o que fazer com elas, seus problemas acabaram! Vamos usá-las para fazer um Mini Álbum super bacana! Quer saber como? Então vamos ao Passo a Passo:

  1. Separe todas as etiquetas lindas que você tem guardadas;
  2. Agora pegue aqueles retalhos de papel e washi tapes de várias cores;

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3. O primeiro passo é cobrir todas as marcas das etiquetas com os retalhos e as washi tapes, afinal você não quer a marca da roupa chamando atenção no projeto, certo? Com as marcas tampadas, suas etiquetas ficarão assim:

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4. Separe também enfeitinhos, tags e outros acessórios que você tiver para usar;

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5. E agora a grande surpresa deste projeto: vamos utilizar aquelas várias fotos 3×4 que sobraram de documentos e que também estavam guardas, sabe-se lá para quê;

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Tá booom, eu seiii!!!!  Você não gosta de fotos 3×4 pois elas sempre saem ruins, ficam feias e você quer mais é escondê-las ou jogar fora! Mas mude um pouco o olhar, se você pensar que elas podem ser um pequeno registro da passagem do tempo na sua vida e da sua família, elas começam a ficar mais interessantes, não acha!? E se elas estiverem decoradas, transformando etiqueta de roupa em lindas tags? O que acha!?

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Olha como ficaram simpáticas!

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Começou a mudar de ideia!? Pois acho que vale a pena!!

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Você ainda pode deixar algumas etiquetas apenas com enfeitinhos, palavras ou frases, que podem se transformar em um charmoso marcador de livros.

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6. E para finalizar, basta colocá-las juntas com uma argola articulável e pronto, seu Mini Álbum: “3×4 family” estará montado!

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Gostou da dica? Tente reciclar as etiquetas que ganhar nos presentes deste ano e depois me mostre como ficaram, ok!?

Beijos e até o próximo post!!

De Tudo um Pouco: Comidinhas – o que nos dá água na boca!?

Oi gente!!

Hoje tem mais um post da série “De Tudo um Pouco”!

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Somos 3 amigas de 3 diferentes regiões do país: Angelica Cirne – Nordeste, eu – Sudeste e Tania Martyns – Sul, com diferentes olhares sobre diversos assuntos, mas sempre com o mesmo foco: as coisas leves, lindas e legais da vida! De tempos em tempos teremos um mesmo tema com 3 perspectivas, acompanhe a nossa jornada e divirta-se conosco!

O tema de hoje é ‘Comida’ e tudo o que nos dá água na boca!!

Só não espere encontrar aqui receitinhas ou dicas culinárias. Infelizmente nunca tive muita aptidão na cozinha, logo, não sou muito boa cozinheira! Mas isso não me impede de falar sobre as memórias às quais a comida me remete, sobre as histórias de família, os cadernos de receitas que passam de geração para geração!

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Comer é muito bom, né!? Quem não acha que atire a primeira pedra… rs!

Passamos boa parte da vida comendo! Se pensarmos em 1 único dia fazemos ou deveríamos fazer ao menos 6 refeições: 1) café da manhã; 2) uma fruta no meio da manhã – considerando que devemos comer a cada 3 horas; 3) na sequência o almoço; 4) no meio da tarde mais um lanchinho ou o café da tarde; 5) o jantar e 6) um leite ou chá antes de dormir.

Mas comer, além de ser uma necessidade básica do ser humano, tem um poder especial: nos faz voltar no tempo trazendo lembranças de família, de pessoas, de lugares, de momentos…

Quem nunca sentiu o perfume de um bolo feito em casa e lembrou de uma avó!?

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Quem nunca comeu fruta fresca, colhida no pé e voltou à infância!?

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Quem nunca comeu uma massa caseira e lembrou de alguém que gostava de reunir a família e colocar a mão na massa!?

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Quem nunca tomou um café e se lembrou de uma amiga querida com quem é muito bom dividir o momento !?

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Uma das receitas que mais me remete à infância e me faz voltar no tempo são os deliciosos bolinhos de chuva! Minha avó paterna fazia sempre que íamos dormir na casa dela e era uma delícia!! Bastava o tempo ficar meio nublado e chuvoso e lá iam todos os netos para a cozinha! Não me lembro ao certo se a ajudávamos na preparação da massa – sei que da fritura, com certeza não; mas era toda uma expectativa até o bolinho ficar pronto, ser passado no açúcar com canela e liberado para comer!

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Quando as minhas sobrinhas cresceram um pouco, resolvi repetir o ritual com elas, para que estes momentos não se perdessem! Fiz até uma página de scrap para registrar a carinha delas fazendo e comento bolinho de chuva ( a página tem receita e tudo – aqui o link para o post).

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Assim repetimos a receita sempre que elas vêm aqui em casa – como a minha avó fazia conosco, e agora já contamos com a participação do caçula da família, meu sobrinho Maurício, que gosta mais da bagunça de fazer do que de comer os bolinhos.. rs!

Comida para mim é isso, tão importante quanto o que estamos comendo é com quem estamos dividindo a mesa e a preparação dos alimentos!

E para quem gosta de ler, fica a dica de um livro super bacana que fala um pouco sobre tudo isso: “O arroz de Palma”.

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“Família é prato difícil de preparar. São muitos ingredientes. Reunir todos é um problema, principalmente no Natal e no Ano Novo. Pouco importa a qualidade da panela, fazer uma família exige coragem, devoção e paciência. Não é para qualquer um. Os truques, os segredos, o imprevisível. Às vezes, dá até vontade de desistir. Preferimos o desconforto do estômago vazio. Vêm a preguiça, a conhecida falta de imaginação sobre o que se vai comer e aquele fastio. Mas a vida, (azeitona verde no palito) sempre arruma um jeito de nos entusiasmar e abrir o apetite. O tempo põe a mesa, determina o número de cadeiras e os lugares. Súbito, feito milagre, a família está servida. Fulana sai a mais inteligente de todas. Beltrano veio no ponto, é o mais brincalhão e comunicativo, unanimidade. Sicrano, quem diria? Solou, endureceu, murchou antes do tempo. Este é o mais gordo, generoso, farto, abundante. Aquele o surpreendeu e foi morar longe. Ela, a mais apaixonada. A outra, a mais consistente”.

“Enfim, receita de família não se copia, se inventa. A gente vai aprendendo aos poucos, improvisando e transmitindo o que sabe no dia a dia. A gente cata um registro ali, de alguém que sabe e conta, e outro aqui, que ficou no pedaço de papel. Muita coisa se perde na lembrança. Principalmente na cabeça de um velho já meio caduco como eu. O que este veterano cozinheiro pode dizer é que, por mais sem graça, por pior que seja o paladar, família é prato que você tem que experimentar e comer. Se puder saborear, saboreie. Não ligue para etiquetas. Passe o pão naquele molhinho que ficou na porcelana, na louça, no alumínio ou no barro. Aproveite ao máximo. Família é prato que, quando se acaba, nunca mais se repete”.

Agora vamos ver o que as meninas nos contam?

Angélica Cirne – http://www.designbyangel.com.br/

Tania Martyns – http://bytaniamartyns.blogspot.com.br/

Espero que tenham gostado do tema de hoje!

Beijos e até o próximo post!

De Tudo um Pouco: ‘Fotografia’ – O que te inspira!?

Olá!!

Nosso 2o. post da série ‘De Tudo um Pouco’ já está no ar!

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Somos 3 amigas de 3 diferentes regiões do país: Angelica Cirne – Nordeste, eu – Sudeste e Tania Martyns – Sul, com diferentes olhares sobre diversos temas, mas sempre com o mesmo foco: as coisas leves, lindas e legais da vida! De tempos em tempos teremos um mesmo tema com 3 perspectivas diferentes, acompanhe a nossa jornada e divirta-se conosco!

Desta vez vamos falar sobre ‘Fotografia’ e o que nos inspira!?

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Não sei vocês, mas sou inspirada por imagens dos mais diferentes tipos!

Pode ser a imagem de uma paisagem…

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Pode ser o colorido de uma pintura encontrada onde você menos espera…

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Um detalhe, que muitas vezes passa despercebido…

Mãos

Pode ser uma textura diferente…

3) árvore

Ou a imagem que lembra um sabor…

Bolo

Pode ser um momento…

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Ou a imagem de pessoas especiais, como as minhas tias queridas (com 92 e 90 anos) e minha avó que exatamente hoje completa 98 anos!

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Elas me inspiram de forma especial, pois já passaram por muitas experiências na vida – muitas delas felizes, algumas bem difíceis, mas não perdem a ternura, o carinho e nos dão sempre um sorriso e uma palavra de bom humor e alegria.

Sabe aquele ditado que diz: “A felicidade está nas pequenas coisas”, pois é, pra mim fotografia é isso! É enxergar nas milhares de imagens que nos cercam momentos especiais que merecem ser registrados para sempre!

O segredo é ter olhos para “ver”!

E o que as meninas nos contam sobre esse tema? Vamos conferir:

Angélica Cirne – http://www.designbyangel.com.br/

Tania Martyns – http://bytaniamartyns.blogspot.com.br/

Beijos e até o próximo post!

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